Condição
Existem micróbios que nunca vão ver a luz.
Não é triste; é condição.
Porque importa sobretudo não confundir Faixa de Gaza com faixa de gaze
Existem micróbios que nunca vão ver a luz.
Não é triste; é condição.
vacinado por mesnitu às 13:12 0 infecções
bactérias A ANGÚSTIA DO PORVIR, ESQUIZOFRENIA FRENÉTICA, FANTÁSTICA MEDIOCRIDADE
Poderá o micróbio morrer ?
Estou a pensar em passar o micróbio para outra plataforma, e tentar que seja um espaço para escapes e culturas microbianas, sem pretensões, apenas reconhecer que apesar de adormecidos, os micróbios são extremamente resistentes.
Caso seja para morrer, então vai morrer em grande.
vacinado por mesnitu às 09:48 0 infecções
bactérias divulgação
Desta foi de vez. Ao longo destes últimos dois anos o Micróbio foi crescendo, a pouco e pouco, cumprindo o seu papel. Mas como todos os bons micróbios, este não foi excepção e acabou por morder a cauda e engolir-se a si próprio. Parece que a moda agora está em desactivar blogs. Não creio que seja a solução. Porque este pequeno microorganismo blogosférico, ainda assim deixou marca, pelo menos em mim.
A todos os que por aqui escreveram e passaram, um grande grande obrigado. Espero que continuem, cada com a sua voz Quanto a mim, sinto-me rouco. Cantarei, por certo, com melhoras, por outras freguesias.
MLD
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 01:22 3 infecções
bactérias DIREITO DE ANTENA
BRICK TOP
And then I hear the best thing to do
is feed 'em to humans.
You gotta starve
the humans for a few days, then the
sight of a chopped up pig looks
like curry to a drunk. You gotta
shave the heads of your victims and
pull the teeth out, you could do
that after of course, but you don't
want to go sieving human shit do you?
Ever seen the size of one of their
molars? ·
He holds up his fist
BRICK TOP
They go through bone like i t ' s butter.
You gotta have a few humans though you
need about sixteen they will go
through a pig that weighs two hundred
pounds in about eight minutes that
means that a single human can consume
two pounds of uncooked flesh every
minute,. . .
Pause
BRICK TOP (CONT'D)
Hence the expression as greedy as a
human.
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 22:54 0 infecções
bactérias GOODNIGHT AND GOOD LUCK
o império. império de matéria ao sol e à lua, quando faz o dia e depois a noite. império e o excesso das coisas, as coisas todas, e as multidões a colidir repetindo-se e reproduzindo-se. a fantasia esquivando-se. os afectos fazendo a ligação entre eles que são só e vagueiam, e nunca a ficção desses caminhos como um só. o dia. só depois a realidade e os vidros partidos, os pés nesse caminho nenhum sem dor, a multidão. a noite. a dor outra vez da multidão. gentes quase multidão de pessoas que se misturam depois com o tempo. dele o sigilo. a madrugada. insuficiente a dor no estado original, os primórdios do silêncio inquieto e em forma de grito. a simulação da multidão na madrugada, ávida por se ansiar de uma outra, gente cheia de luz, cabisbaixa no deserto a adiantar-se no instante como objectos a ocupar clandestinamente o tempo, o tempo quase fausto, quase feliz, ou o que não acontece, ou o prodígio do tempo presente. voltam-se as faces e somem-se os corpos misturados com a vaga abstracção do vazio entre eles, a multidão. a manhã. estes e aqueles, entre a revelação da imprevista cumplicidade, a nudez. o silêncio dentro de tudo entre os corpos. o desafio. a missão, todos e o exercício final de uma ode acidental, ou o limite. o entretanto, nem manhã, nem noite, nem madrugada, e todos depois, excluídos. a luz da manhã, as formas misturando-se e o diálogo. a procedência, o princípio aleatório. a dúvida permanente do fundamento. o império.
vacinado por Sandra g.d. às 20:06 0 infecções
bactérias Esboço
Linhas, curvas,
as correntes num sopro
através do rio, ruivo,
alaranjado perfil da maré
na caída cinza, ao longe
dum fogo pálido.
O recomeço do crepúsculo,
as fontes em passagem.
vacinado por NR. às 13:17 2 infecções
bactérias Escritos Microbianos
“As performances de hoje em dia, as que estão realmente em busca de um novo sentido para a criação artística, são fruto do trabalho de índios, de homens das cavernas e de chimpanzés.”
Comte de la Criquette
In Manual de Pintura Rupestre
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 10:28 0 infecções
bactérias Mínimas Criquettianas
vacinado por João Carlos Silva às 17:59 0 infecções
Desregrado em vista. De Bloco.
É numa obstipação táctil. Restante em locação.
Que degusta. Os tóneis de cada vez em linha a tirar se tarde.
Na reserva vento. Os mesmos tecidos de acaso.
Escritos. A convénio revelar numa atenção.
Destacada. Por força de impacto.
Como indigente contorno. Esquisso.
Em parte. Num processo de redesenho.
E por blocos de violência num sortilégio.
De salto. Que mais pudesse em função de absurdo.
Agir numa vitalidade das ramas.
Citas. De qualquer ventre. A Cor local.
Em Locais. De avista. Nesta extensão.
Que fosse a falar suscitaria. Outro.
Ficado a pó. Do deserto. Em tela. Fundo.
Largo. Num aspergir em libações da luz.
vacinado por NR. às 13:26 0 infecções
bactérias Escritos Microbianos
Remeto para esta pouca vergonha.
Aceita-se poesia erótico-tecnológica na caixa de comentários do Luís.
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 23:31 0 infecções
bactérias SUCCISA VIRESCIT
É pena que não se possam ver os intestinos intelectuais dos escritores para se deduzir o que é que eles comeram.
Lichtenberg (1742-1799)
vacinado por NR. às 13:04 0 infecções
bactérias Citações Microbianas

Como a foto tem uma qualidade péssima, passo a transcrever:
Regulamento de multas da equipa de Júniores da Casa do Benfica (2008-2009)
Os jogadores que infringirem as regras estabelecidas terão de pagar as respectivas coimas:
vacinado por Tiago Ramos às 20:51 1 infecções
bactérias LITERATURA DE BIDÉ
Abraçados uns aos outros, os micróbios atiraram-se do ânus do homem para dentro do buraco da sanita que os afogaria.
vacinado por Paulo Rodrigues Ferreira às 18:10 0 infecções
bactérias A ANGÚSTIA DO PORVIR
- Ó mãe, aquele menino não quer brincar cômigo.
- Vá, bebe o leitinho que a mãe já vai.
vacinado por NR. às 14:16 0 infecções
bactérias "Cliché" microbiano
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 22:35 0 infecções
bactérias OLIGOFRENIA
O limite é digerido quando bem dito.
Al Rashid.
* retirado de parte do espólio das gravações (des) enterradas pela expedição johnson & johnson junto ao oásis de Asma al-af al no deserto do Sahara em Maio de 1963.
vacinado por NR. às 13:23 0 infecções
bactérias Citações Microbianas
- uma coisinha assim *
vacinado por NR. às 14:11 0 infecções
bactérias "Cliché" microbiano
Dizia se de reflexo as pontes de afecção ao assalto da sua memória.
E novamente grotesco numa provocação que o faltava.
O pois que seria numa processão lacónica.
De música acima ora abaixo o mesmo instante em vice versa.
Num compromisso agora falado a respeito do mármore.
Em comunidade de heróis.
Num valor da terra :
Numa ávido em combustão do retiro.
Aos carreiros em circuito de água doce.
Outra esférica espera enzima em solução.
Atirado aos montes num perfeito andariar.
Conclusão expressa do pó espalhado em penumbra.
Sóis que dissesse se ancorado em prazer.
Que duvidoso era as sombras de um crepúsculo repentino.
O Lugar dos sangréis.
Os ouropéis em languescência trajada.
Estranhado ao corropio do sangue era o aluir num raio.
Quilómetros por redor aos alertas da lua baixa.
As semânticas em luminosidade.
Branca como a cal quê.
- na parede –
Em conjunto à mirra.
Ao plástico contratado.
E num balcão afoito.
Junto a si.
De cabeça, lastro, e fundo.
Num “provir” das marés silenciadas.
vacinado por NR. às 13:50 0 infecções
bactérias Escritos Microbianos

Os dias do Amor
Um poema para cada dia do ano
365 poemas de amor escritos por 365 poetas de todos os tempos e de todos os lugares
Recolha, selecção e organização de: Inês Ramos
Prefácio de: Henrique Manuel Bento Fialho
N.º de páginas: 436
Editora: Ministério dos Livros
“Porque por amor enlouquecem os amantes, por amor se suicidam e matam (...), por amor o sacrifício, a entrega mística e a obstinação carnal, ou a entrega da carne e a obstinação mística, por amor os duelos reparados pela conciliação, por amor os territórios transfronteiriços, a abolição das fronteiras, o fim das dicotomias, por amor a paixão, por amor a morte, tudo isso num poema.”
Henrique Manuel Bento Fialho
(do Prefácio)
A primeira apresentação da Antologia de Poesia “Os dias do Amor – Um poema para cada dia do ano” vai ter lugar já no próximo dia 29 de Janeiro, na Fnac do Colombo, pelas 18h30m.
Nesta sessão de apresentação haverá leitura de poemas da antologia por Maria do Céu Guerra, Álvaro Faria, Cristina Paiva, João Brás e Tiago Bensetil.
Estão agendadas outras apresentações nos seguintes dias e locais:
Porto: El Corte Inglés, 5 de Fevereiro, 19h30m
Viseu: Fnac Palácio do Gelo, 6 de Fevereiro, 21 horas
Faro: Livraria Pátio de Letras, 14 de Fevereiro, 17 horas
Évora: Bibliocafé Intensidez, 14 de Fevereiro, 21h30m
Conto convosco!
Lista dos autores que celebram o Amor nesta antologia (ordem alfabética):
Aaro Hellaakoski (Finlândia)
Adalberto Alves (Portugal)
Ady Endre (Hungria)
Affonso Romano de Sant'Anna (Brasil)
Agripina Costa Marques (Portugal)
Albano Martins (Portugal)
Albert Samain (França)
Alberto Augusto Miranda (Portugal)
Alberto Caeiro (Portugal)
Aleilton Fonseca (Brasil)
Alejandra Pizarnik (Argentina)
Alexandra Gil (Portugal)
Alexandra Rodrigues Malheiro (Portugal)
Alexandre Herculano (Portugal)
Alexandre Nave (Portugal)
Alexei Bueno (Brasil)
Alfonso Álvarez de Villasandino (Castela)
Alfredo Carvalhais (Portugal)
Alice Vieira (Portugal)
Almeida Garrett (Portugal)
Al-Mu’tamid (Alandalus)
Alphonsus de Guimaraens (Brasil)
Álvares de Azevedo (Brasil)
Álvaro de Campos (Portugal)
Amadeu Baptista (Portugal)
Amélia Vieira (Portugal)
Américo Teixeira Moreira (Portugal)
Amy Lowell (EUA)
Ana de Sousa (Portugal)
Ana Francisco (Portugal)
Ana Hatherly (Portugal)
Ana Luísa Amaral (Portugal)
Ana Marques Gastão (Portugal)
Ana Paula Tavares (Angola)
Ana Salomé (Portugal)
Ana Viana (Portugal)
Andrej Morsztyn (Polónia)
Andrew Marvell (Reino Unido)
Anne Bradstreet (Reino Unido)
Anónimo (Índia)
Anónimo (Portugal)
Anónimo (Portugal)
Antero de Quental (Portugal)
António Barbosa Bacelar (Portugal)
António Cabrita (Portugal)
António Dinis da Cruz (Portugal)
António Feijó (Portugal)
António Feliciano de Castilho (Portugal)
António Ferra (Portugal)
António Ferreira (Portugal)
António José Queirós (Portugal)
António Ladeira (Portugal)
António Nobre (Portugal)
António Osório (Portugal)
António Patrício (Portugal)
António Ramos Rosa (Portugal)
António Salvado (Portugal)
António Sardinha (Portugal)
Armando Silva Carvalho (Portugal)
Arthur Rimbaud (França)
Augusto Gil (Portugal)
Aurelino Costa (Portugal)
Bai Juyi (China)
Balassi Bálint (Hungria)
Bashô (Japão)
Beatriz Barroso (Portugal)
Ben Jonson (Reino Unido)
Bernardete Costa (Portugal)
Bernardim Ribeiro (Portugal)
Bernardino Lopes (Brasil)
Bernardo de Passos (Portugal)
Bíon (Grécia)
Bocage (Portugal)
Caetano de Costa Alegre (São Tomé)
Camilo Castelo Branco (Portugal)
Camilo Mota (Brasil)
Camilo Pessanha (Portugal)
Campos d’Oliveira (Moçambique)
Campos Monteiro (Portugal)
Carlos César Pacheco (Portugal)
Carlos Garcia de Castro (Portugal)
Carlos Machado (Brasil)
Carlos Vaz (Portugal)
Casimiro de Abreu (Brasil)
Casimiro de Brito (Portugal)
Castro Alves (Brasil)
Catarina de Lencastre (Portugal)
Cesário Verde (Portugal)
Christina Georgina Rossetti (Reino Unido)
Christopher Marlowe (Reino Unido)
Claudio Daniel (Brasil)
Conde do Vimioso (Portugal)
Cristina Maria da Costa (Portugal)
Cristóvão Falcão (Portugal)
Cruz e Sousa (Brasil)
Csokonai Vitéz Mihály (Hungria)
D. Afonso Sanches (Portugal)
D. Dinis (Portugal)
D. Francisco Manuel de Melo (Portugal)
D. Sancho I (Portugal)
Dama Kasa (Japão)
Dama Otomo no Sakanoe (Japão)
Daniel Camacho (Portugal)
Daniel Faria (Portugal)
Daniel Gonçalves (Portugal)
Daniel Maia-Pinto Rodrigues (Portugal)
Dante Alighieri (Florença)
Décimo Magno Ausónio (Gália)
Delfim Guimarães (Portugal)
Diego Armés (Portugal)
Diogo Bernardes (Portugal)
Diogo Brandão (Portugal)
Domingos dos Reis Quita (Portugal)
Donizete Galvão (Brasil)
E. M. de Melo e Castro (Portugal)
Edgar Allan Poe (EUA)
Edimilson de Almeida Pereira (Brasil)
Edith Goel (Israel)
Edith Södergran (Finlândia)
Edmund Spenser (Reino Unido)
Eduarda Chiote (Portugal)
Eduardo M. Raposo (Portugal)
Eduíno de Jesus (Portugal)
Eeva Kilpi (Finlândia)
Egito Gonçalves (Portugal)
Emily Dickinson (EUA)
Ésio Macedo Ribeiro (Brasil)
Eugénio Tavares (Cabo Verde)
Eunice Arruda (Brasil)
Fernando Aguiar (Portugal)
Fernando Cabrita (Portugal)
Fernando de Castro Branco (Portugal)
Fernando Esteves Pinto (Portugal)
Fernando Fábio Fiorese Furtado (Brasil)
Fernando Grade (Portugal)
Fernando Pessoa (Portugal)
Fernando Pinto do Amaral (Portugal)
Fernando Pinto Ribeiro (Portugal)
Fernando Ribeiro (Portugal)
Fiama Hasse Pais Brandão (Portugal)
Filinto Elísio (Portugal)
Firmino Mendes (Portugal)
Florbela Espanca (Portugal)
Francesco Petrarca (Toscânia)
Francisco de Quevedo (Espanha)
Francisco de Vasconcelos (Portugal)
Francisco José Viegas (Portugal)
Francisco Rodrigues Lobo (Portugal)
Frederico Barbosa (Brasil)
Frederico Hartley (Portugal)
Friedrich Gottlieb Klopstock (Alemanha)
Friedrich Hölderlin (Alemanha)
Fugiwara no Toshiyuki (Japão)
Fujiwara no Orikase (Japão)
Gabriela Rocha Martins (Portugal)
Gaio Valério Catulo (Roma)
Gastão Cruz (Portugal)
George Herbert (Reino Unido)
Geraldo Reis (Brasil)
Gerson Valle (Brasil)
Giacomo da Lentino (Sicília)
Gil Vicente (Portugal)
Golgona Anghel (Roménia)
Gomes Leal (Portugal)
Gonçalo Salvado (Portugal)
Gonçalves Crespo (Brasil)
Gonçalves Dias (Brasil)
Graça Magalhães (Portugal)
Gregório de Matos (Brasil)
Guerra Junqueiro (Portugal)
Guilherme Braga (Portugal)
Guilherme de Faria (Portugal)
Guillaume Apollinaire (Itália)
Hannes Pétursson (Islândia)
Henrique Lopes de Mendonça (Portugal)
Henrique Manuel Bento Fialho (Portugal)
Iacyr Anderson Freitas (Brasil)
Ibn ‘Ammar (Alandalus)
Ibn ‘Arabi (Alandalus)
Ibn Hazm (Alandalus)
Ibn Safar Al-Marini (Alandalus)
Ibn Zaydûn (Alandalus)
Imperatriz Yamatohima (Japão)
Inês Lourenço (Portugal)
Inma Luna (Espanha)
Isabel Cristina Pires (Portugal)
Isabel Mendes Ferreira (Portugal)
Ivo Barroso (Brasil)
Ivo Machado (Portugal)
Izumi-Shikibu (Japão)
Janus Pannonius (Hungria)
Jerónimo Baía (Portugal)
Joana da Gama (Portugal)
Joana Roque Lino (Portugal)
Joana Serrado (Portugal)
João Airas (Galiza)
João de Deus (Portugal)
João de Lemos (Portugal)
João Garção (Portugal)
João Lobeira (Portugal)
João Lúcio (Portugal)
João Manuel Ribeiro (Portugal)
João Penha (Portugal)
João Ricardo Lopes (Portugal)
João Rico (Portugal)
João Roiz de Castelo Branco (Portugal)
João Rui de Sousa (Portugal)
Joaquim Alves (Portugal)
Joaquim Cardoso Dias (Portugal)
Joaquim Cordeiro da Mata (Angola)
Joaquim Evónio (Portugal)
John Clare (Reino Unido)
John Donne (Reino Unido)
Jorge Casimiro (Portugal)
Jorge Reis-Sá (Portugal)
Jorge Sousa Braga (Portugal)
Jorge Velhote (Portugal)
José Agostinho Baptista (Portugal)
José Alberto Mar (Portugal)
José Anastácio da Cunha (Portugal)
José Carlos Barros (Portugal)
José Carrilho Raposo (Portugal)
José da Fonte Santa (Portugal)
José do Carmo Francisco (Portugal)
José Emílio-Nelson (Portugal)
José Félix Duque (Portugal)
José Luís Peixoto (Portugal)
José Manuel de Vasconcelos (Portugal)
José Mário Silva (Portugal)
José Miguel de Oliveira (Portugal)
José Rui Teixeira (Portugal)
József Attila (Hungria)
Judith Teixeira (Portugal)
Julião Bernardes (Portugal)
Kakinomoto no Hitomaro (Japão)
Kouo Yu (China)
Lassi Nummi (Finlândia)
Laureano Silveira (Portugal)
Leonilda Cavaco Alfarrobinha (Portugal)
Lety Elvir (Honduras)
Li Bai (China)
Lívia Tucci (Brasil)
Lord Byron (Reino Unido)
Luís Brito Pedroso (Portugal)
Luís de Camões (Portugal)
Luís de Miranda Rocha (Portugal)
Luís Filipe Cristóvão (Portugal)
Luís Lima (Portugal)
Mafalda Chambel (Portugal)
Manuel Alegre (Portugal)
Manuel Anastácio (Portugal)
Manuel Botelho de Oliveira (Brasil)
Manuel da Silva Gaio (Portugal)
Manuel Duarte de Almeida (Portugal)
Manuel Laranjeira (Portugal)
Manuel Moya (Espanha)
Manuel Neto dos Santos (Portugal)
Maria Costa (Portugal)
Maria Estela Guedes (Portugal)
Maria Helena Ventura (Portugal)
Maria João Fernandes (Portugal)
Maria José Lascas Fernandes (Portugal)
Maria O'Neill (Portugal)
Maria Teresa Horta (Portugal)
Mariana Angélica Andrade (Portugal)
Mário Castrim (Portugal)
Mário de Sá-Carneiro (Portugal)
Mário Lisboa Duarte (Portugal)
Mário Machado Fraião (Portugal)
Marquesa de Alorna (Portugal)
Martim Codax (Galiza)
Matthías Jóhannessen (Islândia)
Michael Drayton (Reino Unido)
Michelangelo Buonarroti (Toscânia)
Miguel d’Azur (Portugal)
Miguel Florián (Espanha)
Miguel Godinho (Portugal)
Miguel Martins (Portugal)
Mihai Eminescu (Roménia)
Murasaki-Shikibu (Japão)
Myriam Jubilot de Carvalho (Portugal)
Natércia Freire (Portugal)
Nicolau Saião (Portugal)
Nína Björk Árnadóttir (Islândia)
Nuno Fernandes Torneol (Castela)
Nuno Júdice (Portugal)
Nuno Rebocho (Portugal)
Olavo Bilac (Brasil)
Olivier de Magny (França)
Omar Khayyam (Pérsia)
Otília Martel (Portugal)
Ozias Filho (Brasil)
Paio Soares Taveirós (Portugal)
Paula Cristina Costa (Portugal)
Paulinho Assunção (Brasil)
Paulino de Oliveira (Portugal)
Paulo Ferraz (Brasil)
Paulo Ferreira Borges (Portugal)
Paulo Ramalho (Portugal)
Pedro Afonso (Portugal)
Pedro António Correia Garção (Portugal)
Pedro Gil-Pedro (Portugal)
Pedro Sena-Lino (Portugal)
Pêro de Andrade Caminha (Portugal)
Pero Gonçalves de Portocarreiro (Portugal)
Pero Meogo (Galiza)
Petofi Sándor (Hungria)
Philip Sidney (Reino Unido)
Pierre de Ronsard (França)
Prisca Agustoni (Brasil)
Propércio (Roma)
Queirós Ribeiro (Portugal)
Raquel Lacerda (Portugal)
Regina Gouveia (Portugal)
Ricardo Reis (Portugal)
Robert Burns (Reino Unido)
Rodrigo Eanes Redondo (Portugal)
Ronaldo Cagiano (Brasil)
Rosa Alice Branco (Portugal)
Rui Almeida (Portugal)
Rui Brás (Portugal)
Rui Caeiro (Portugal)
Rui Costa (Portugal)
Rui Diniz (Portugal)
Rui Gonçalves (Portugal)
Rute Mota (Portugal)
Ruy Ventura (Portugal)
S. João da Cruz (Espanha)
Sá de Miranda (Portugal)
Sa'adi (Pérsia)
Safo (Grécia)
Salomão (Israel)
Salvador Rueda (Espanha)
Sérgio Godinho (Portugal)
Sérgio Peña (México)
Silva Palma (Portugal)
Soares dos Passos (Portugal)
Soror Madalena da Glória (Portugal)
Soror Mariana Alcoforado (Portugal)
Soror Violante do Céu (Portugal)
Tchang Chouai (China)
Teresa Tudela (Portugal)
Thorkild Bjørnvig (Dinamarca)
Tiago Araújo (Portugal)
Tiago Nené (Portugal)
Tomás António Gonzaga (Portugal)
Tomás Ribeiro (Portugal)
Torquato da Luz (Portugal)
Torquato Tasso (Itália)
Tradição oral (Arábia)
Tua Forsström (Finlândia)
Uberto Stabile (Espanha)
Vasco Graça-Moura (Portugal)
Vera Lúcia de Oliveira (Brasil)
Vergílio Alberto Vieira (Portugal)
Victor Oliveira Mateus (Portugal)
Vítor Oliveira Jorge (Portugal)
Vladímir Maiakovski (Rússia)
Vörösmarty Mihály (Hungria)
Walter Raleigh (Reino Unido)
Wang Wei (China)
William Shakespeare (Reino Unido)
Yamabe no Akahito (Japão)
Yehudá Ha-Leví (Navarra)
Zhang Kejiu (China)
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 01:12 0 infecções
bactérias divulgação
- Por cada pato que cai outros mil* se alevantam ao céu dos anjinhos.
* óbviamente que aqui "mil" é um número simbólico pois ninguém conhece a proporção exacta - julga se que seja altíssima.
vacinado por NR. às 13:19 0 infecções
bactérias "Cliché" microbiano
Faixa 09 ou o caralho from Isabelle Chase Otelo on Vimeo.
"Andar de baloiço ou o caralho
Ser amigo do próximo ou o caralho
Ter filhos ou o caralho
Ser fiel aos princípios ou o caralho
Um pastel à base de peixe ou o caralho
Viras na próxima à direita ou o caralho
Conseguiram sintetizar o princípio activo ou o caralho
Vem desde os tempos dos Romanos ou o caralho
Liberalizar a economia ou o caralho
Tocam com três guitarras à la Sonic Youth ou o caralho
Socialismo real ou o caralho
Morreu sufocado no próprio vómito ou o caralho
Destruir todos os vestigios de substâncias ilícitas ou o caralho
Evocar a memoria do Poeta, ou o caralho
Partiu em busca de fama e glória ou o caralho
Nosso Senhor seja louvado ou o caralho
É a vida ou o caralho
Amor à Pátria ou o caralho
Uma concepção holística do desenvolvimento ou o caralho
Foi completamente devastada por um tremor de terra ou o caralho
Há subjectividade quanto baste nisso ou o caralho
Recolher toda a informaçao que precisava ou o caralho
Chamava-se Maria ou o caralho
Vender a alma ao Diabo ou o caralho
Foi ouro sobre azul ou caralho
Por sexo ou por amor ou o caralho
Era um grande homem ou o caralho
Tinha um grande caralho ou o caralho"
In 27, "Faixa 09 ou o caralho", por Isabelle Chase Otelo Saraiva de Carvalho
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 00:50 0 infecções
bactérias Naus Descobertas
Vladimir: "Não tenho tempo para tudo,
Não tenho tempo para nada"
Estragon: " Tenho tempo para tudo,
Tenho tempo para nada"
Vladimir: Não tenho tempo para ter tempo,
Não tenho tempo para não ter tempo"
Estragon: "Tenho tempo para ter tempo,
Tenho tempo para não ter tempo"
Esperamos?"
Vladimir: "Não tenho tempo,
Vamos?"
Estragon: "Tenho tempo,
Espero."
Vladimir: "Fui."
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 00:58 0 infecções
bactérias VLADIMIR E ESTRAGON
Um dizia estar farto de semi-deuses
Outro haver metafísica bastante em não pensar em nada
Outro ainda dizia não chorar por nada que a vida traga ou leve
E um outro que ignorar que vivemos cumpre bastante a vida
Ao que outro dizia ser a hora!
Eu afirmo não confiar em nenhum deles.
(Até prova em contrário)
Mário Lisboa Duarte
vacinado por Mário Lisboa Duarte às 00:51 1 infecções
bactérias ESQUIZOFRENIA FRENÉTICA
Murmúrio de arremeter
animal, a pé gasto, o cimento
das fundações
da fuga, numa rápida sucessão do deslocamento,
- o inverso - disto e de novo dali acelerado
a uma solução deste fogo o tornar de aquecimento
global nesta casca gasta e ressequida - do calor -
à temperatura de passagem, dos termos que volatem se
como num demais expandido, esplêndido o coração
a gasto, baque da bruma, como sôfrega entidade
- surda/enraivecido – íman numa anunciação - sólida –
das falas em convexo,
escarpo,
cálido
o cabelo
das pedras fendidas a um só gesto
em riste a mão oposta
a paixão do novo irromper,
num súbito desalinho, assim,
rasgado das fontes novas num acto
alto, como a nossa figura limpa
numa actualizada “ideia”,
de basso (a)dentro aos - sólidos - magnetos
acelerados a uma combustão espontânea
e por descargas de inversão contra lançadas num salto,
efeito, em campo de instante “confuso”
- e desmagnetizado – num momento sorrido
da recordação liberta em curto circuito
sistemático duma paixão corrida
a fundo,
aos olhos do marte cheio,
assim, desalinhado e nu.
Agido à figura abre a pós da parede
refracta e numa linha de vento
o traçado sorriso – desconfuso –
engrandecido a tropel das manifestações
vêm ;
por largos louco a trejeito
ao investir da matéria
em ano da coisa, possíveis
impérios da pedra desmoronada
por um, fasto, único, duplo gesto
- o movimento – fende em novo instante
o acto do qual se adianta.
vacinado por NR. às 13:13 1 infecções
bactérias Escritos Microbianos
já não digo mais nada que não tenho mais nada para dizer hoje. o tempo que é aqui já em suspenso, tempo parado onde não digo mais nada. e todas as palavras que direi a seguir não serão as de hoje jamais nunca que assim não são as minhas porque não as tenho em mais nada do que quero dizer. já não digo mais nada, digo. digo. e digo outra vez quando estou a dizer para que saibam que não quero dizer porque é preciso dizer que não dizemos para nos entenderem e saberem que não estamos de facto a querer dizer. porque não interessa porquê porque fazemos as coisas se elas nos são pesadas de matar e não as suportamos dizer e não temos as palavras de as conseguir dizer e não me exijam mais do que isso, as palavras que posso dizer. e as que digo não digo hoje mais, não as posso dizer. que se digam elas a si que sabem como se dizer e o que dizer.
*- a.
vacinado por Sandra g.d. às 01:05 0 infecções
bactérias Esboço

vacinado por Paulo Rodrigues Ferreira às 20:19 0 infecções
bactérias Esboço